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Festival de teatro apresenta espetáculos gratuitos em Maringá

01/11/2017 | Texto: Karen Gomes | Foto: Divulgação

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Com 22 apresentações – entre espetáculos, performances, cenas curtas e oficinas – o Só em Cena – Mostra de Solos e Monólogos, começa no próximo dia 16 e chega à sua segunda edição para movimentar a cidade de Maringá, distritos de Iguatemi, Floriano e Sarandi, no Paraná.

As apresentações - sempre com espaço para um bate-papo entre artistas e plateia após o término - são totalmente gratuitas e acontecem em sete locais: Teatro Reviver, Teatro Barracão, Vila Olímpica e Casa de Cultura Alcídio Regini, em Maringá; na Praça Luiz Moreira de Carvalho, distrito de Iguatemi; no Memorial Kimura, distrito de Floriano; e na Escola Municipal Criança Esperança, em Sarandi.

Para a escolha dos espetáculos dessa segunda edição, a idealizadora e produtora do projeto, Rachel Coelho, priorizou trabalhos que já conhecia e que, por conta do tema abordado ou da estética proposta, considera importante para a cidade ter acesso. “O tema é algo muito relevante pra mim, pois considero o teatro um veículo importante para discussão e reflexão. Busco também uma diversidade de linguagens e de representatividade regional, com espetáculos de regiões/estados diferentes, numa tentativa de traçar um panorama do teatro solo brasileiro. Nem sempre isso é possível, mas tentamos. O ano passado, por exemplo, a mostra foi super paulista. Dos sete espetáculos da programação, quatro eram de São Paulo. Esse ano já contamos com uma diversidade bem maior, trazendo espetáculos de Brasília (DF), Canoas (RS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e locais. Às vezes é difícil atingir essas metas por questões orçamentárias, mas vamos tentando driblar as dificuldades”, comenta.

O projeto da mostra, que é uma produção da 2 Coelhos Comunicação e Cultura, foi aprovado pelo edital da Viapar Cultural e conta com apresentações em quatro localidades. Além de Maringá, o distrito de Iguatemi e a cidade de Sarandi recebem o festival pelo segundo ano consecutivo. “Nós consideramos importante atender Sarandi e o distrito de Iguatemi em função da proximidade geográfica e da relação íntima que esses locais têm com Maringá, tendo sua população um vínculo direto conosco, seja trabalhando, estudando ou se divertindo”, explica Rachel. A novidade deste ano ficou para o distrito de Floriano, que recebe um espetáculo da programação pela primeira vez. “Este ano realizaremos um projeto antigo de levar um espetáculo de teatro para o Memorial Kimura, no distrito de Floriano, local que todo maringaense deve conhecer. Quietinhos, sem muito alarde, o Memorial vem fazendo um trabalho bonito de preservação histórica ligada à memória do café, além de ser um lugar encantador”.

Quanto aos locais escolhidos em Maringá, ela sempre busca utilizar os vários teatros diponíveis e a rua, garantindo o acesso de públicos diferentes. “Este ano teremos um grande espetáculo de rua na Vila Olímpica. Todo ano lamentamos o fato de não termos um espaço alternativo em Maringá, com exceção do CEU das Artes em Iguatemi, que ainda não está suficientemente equipado. Isso faz falta. Lamentamos também o fato de não conseguir agenda no Teatro Calil Haddad, sempre lotado. Mas fora isso, os teatros Reviver e Barracão são aqueles onde trabalhamos o ano inteiro, que já conhecemos e adoramos”.

A ideia de trabalhar com os formatos de solos e monólogos veio num momento de crise econômica, quando diversos festivais de teatro deixaram de acontecer por falta de patrocínio. Nesse contexto, Rachel precisou adaptar o festival de espetáculos tradicionais – com grandes equipes e grupos de atores – a um modelo mais viável para dar continuidade ao projeto.  

Contribuindo com a cena cultural de toda a região de Maringá e possibilitando aos artistas locais o contato com diferentes processos de pesquisa e artistas de grandes capitais, a Só em Cena rompe o preconceito que pode existir com os gêneros de solos e monólogos, além de estimular a criação de novas montagens em nossa região. Em ambos os formatos, a encenação tem um ator como eixo central de sua criação, sem abrir mão de outros recursos, como iluminação, cenografia e trilha sonora. “Como as duas primeiras edições foram realizadas por meio da Lei Rouanet e a captação de recursos ainda é um desafio na cidade, entendemos que seria necessário criar um projeto de pequeno porte para que ele se tornasse viável neste momento. A quantidade de solos é muito grande e tenho a sensação de que tem aumentado cada vez mais. Em momentos de crise também acabam sendo uma solução para se manter fazendo teatro, dada a dificuldade de se manter grupos e de circular com trabalhos”.

Rachel ainda explica que outro ponto levado em conta na formulação do projeto, foi o fato de Maringá já possuir um festival anual de teatro. Sendo assim, os solos e monólogos são uma possibilidade de diversificar os formatos de eventos que a cidade recebe. “(...) pensei que criar outra mostra no mesmo formato não seria legal. Aí veio a história dos dois coelhos (matar dois coelhos numa cajadada só) que tanto me inspira: juntei o meu desejo antigo de realizar uma mostra de teatro com um formato que seria mais viável economicamente e que não concorreria com o projeto já existente na cidade”, diz ela. 

Proporcionando diversas possibilidades de expressão, neste ano a expectativa é que o festival conquiste um público ainda maior do que na primeira edição. Segundo Rachel, a ideia é seguir trabalhando para que a cidade comece a criar um vínculo afetivo e uma relação de pertencimento em relação à Só em Cena. “Para tanto, escolhemos belos espetáculos, que com certeza irão emocionar e provocar discussões e reflexões profundas. São trabalhos de artistas sérios, com longas caminhadas e consagrados por público e crítica. Eu estou orgulhosa dessa programação. Ainda que não tenha unanimidade, a qualidade e a seriedade dos trabalhos são inegáveis. E teremos a presença ilustre do Silvero Pereira com ‘BR-Trans’ que, vale lembrar, estamos em contato bem antes de entrar na novela [O ator fez parte do elenco da novela ‘A Força do Querer’, da Rede Globo]. Cuidamos também de promover algumas apresentações com acessibilidade, então teremos intérprete de Libras nos dias 17 e 24 de novembro”, comemora Rachel.

Vale lembrar que, para todas as peças realizadas em teatros, os convites gratuitos serão distribuídos com meia hora de antecedência no dia de cada apresentação. Agora, programe-se, consulte a classificação indicativa dos espetáculos e faça uma boa viagem!


Foto: Humberto Araújo
Maíra Oliveira (Esquadrão da Vida – Brasília / DF)
A partir de textos, músicas, cartas e lembranças, Maíra Oliveira reflete sobre a labuta diária do fazer teatral, que serão expostas por meio de sua relação com o pai, Ary Pára-Raios, criador do grupo Esquadrão da Vida. Uma forma de contribuir com a discussão sobre o fazer artístico e sua relevância para o momento atual.

Local: Teatro Reviver
Horário: 20h
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
 

Foto: Renato Domingos
Márcia Costa (Maringá / PR)
A primeira inspiração para a peça ‘Tempos de Cléo’ foi uma personagem real das ruas maringaenses. A partir da observação desta assídua frequentadora do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), a Cléo, este projeto ganhou corpo, para aos poucos, durante o processo, descolar-se da personagem e seguir outros rumos. “Tempos de Cléo” propõe um encontro ao ar livre, em que uma acumuladora de histórias e memórias, tem a lembrança de muitas: a alegria de Jéssyca, o amor da mulher que só por amar já vai pro céu, a simpatia do consertador de sapatos, o nervoso ex-militar da feira, o delicado vendedor de algodão doce, o intrépido homem que não toma remédio contra HIV e tantos outros e outras que estão nessa instigante jornada.

Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Neste dia haverá intérprete de Libras.


Foto: Alef Ghosn
Local: Teatro Reviver
Horário: 20h30

As performances acontecem ao mesmo tempo em pontos variados do teatro, com duração aproximada de 1h.
Não é permitida a entrada de crianças. Contém nudez.


Srª Mídia mandou, eu obedeço (ou não)
Performer: Leonardo Vinicius Fabiano (Maringá / PR)
Desde seu surgimento – e até anterior a isso – a nossa Exa. Mídia planta, agua, cultiva e colhe seres humanos inexistentes e uma beleza inalcançável, criando verdadeiros FrankSteins feitos de pedaços de corpos ideais, costurados a base de muita angústia e sofrimento. Mas, pra onde vão os seres reais, os que realmente existem e não aparecem nas revistas?

Gritos para além dos murros
Performer: Nico Scomparim (Londrina/PR)
A performance recorre as linguagens e treinamentos do circo para tratar de um corpo gay que é tratado como doente por nossa sociedade.



Soul dessas
Performer: Aline Luppi Grossi (Maringá / PR)
“Eu sei que o meu corpo te incomoda
Sinto muito, o azar é seu
Abre o olho, eu tô na moda
E quem manda em mim sou eu”.
 
Urro
Ator e Direção: Paulo Vitor Miranda - Desordenada Coletivo Artísitico (Londrina / PR)
Classificação: 16 anos
Não te manifestarás pelos corredores
Não caminharás desnudo
Não ameaçarás a ordem
Não fugirás das convenções
Permanecerás em teu invólucro
N gritarás
à gozarás
O incomodarás
Criatura imbecilóide – estúpida – grotesca – transfigurada
URRRRRR
que assim seja.

 [The Dance – Of Life… Of Days (((Valsa sem Nome)))]
Performer: Narany Mireya (Suzano / SP)
"Ela só quer dançar
a vida e os dias
sem parar!

ainda que não tenha nome a valsa
ainda que não haja som ou música
ainda que ralente o compasso
ainda que doa

dança!
com sorriso ímpar
ainda que não haja par".




Foto: Raquel Durigon
Luciano Wieser (Grupo De Pernas pro Ar – Canoas / RS)
O trabalho do ator e sua relação com os bonecos, com o cenário móvel, com a música e os instrumentos, além da relação com o público, determinam o desenvolvimento de uma dramaturgia dinâmica e de grande impacto sobre as pessoas. O espetáculo foi concebido pensando no olhar do próprio personagem como arquiteto e construtor do seu mundo. Um universo sobre rodas para um só homem, uma máquina gigante construída pelo próprio Duque de Hosain’g - medindo 6m de comprimento por 7m de altura – somando à música criada exclusivamente para o espetáculo e que será executada ao vivo com efeitos de som mecânico e instrumentos musicais construídos pelo grupo, enriquecendo a coerência estética do cenário.

Local: Vila Olímpica
Horário: 18h
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre


Foto: Divulgação
Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30

Psicose 4:48
Kênia Bergo (Maringá / PR)
Psicose 4:48 é um texto da dramaturga Sarah Kane que aborda a loucura e o mundo interno do ser humano. Neste trabalho, dirigido por Fernando Ponce, apesar de usar o mesmo texto (adaptado), as inquietações e medos partem da própria atriz. Este trabalho caminha na linha tênue entre arte e vida, mesclando o real e o irreal.

Katrina
Sophie Paz (Maringá / PR)
Quanto sapo-porco-espinho-fuligem a gente engole por dia e segue em frente fingindo que nada aconteceu? Por quanto tempo um corpo suporta carregar uma armadura? E se? no tutorial de hoje, vocês receberão dicas de beleza, autoestima, etiqueta e bons modos. Afinal: temos que manter a pose, não é mesmo?
Força na peruca que o babado é certo! Afinal: o show não poder parar.

Viva Lenora
Valéria Cardozo (Maringá / PR)
A peça é composta por cenas híbridas, ora criadas a partir de experimentações cênicas, ora com base em textos, poéticos e dramatúrgicos, extraídos da literatura universal. A personagem é inspirada em “Lenore”, de Edgar Alan Poe, e dá voz à narrativa em uma fusão entre as crises e sentimentos da atriz, questões sobre o fazer teatral, fatores externos e universais. Começa com a apresentação dessa personagem, que ressuscita e se mostra insatisfeita com sua condição extreme. Ela se levanta de seu leito de morte e inicia um diálogo com a plateia, trazendo à tona questionamentos sobre como chegou até ali, por que está morta, quem a matou, o que fez de errado, por que todos os seus planos resultaram em nada e expondo sua frustração, ela inicia sua argumentação para que o poeta permita que ela tenha uma segunda chance para rever assuntos mal resolvidos e lutar por seus desejos não realizados.

O (anti) herói da nação
Geovane da Silva Rodrigues (Campo Mourão / PR)
Como o mundo anda estranho… Mulheres, homossexuais, pobres, negros e todas as minorias mais que pudessem existir estão transformando nosso puro e abençoado planeta no verdadeiro caos! Precisamos de um herói (macho, branco, cristão e rico, é claro!) que desinfete essas gentalhas que se proliferaram nas últimas décadas, que os ensine sobre seu verdadeiro lugar, que restabeleça as ordens conservadoras e preconceituosas de que tanto precisamos! De um herói para a valiosa nação! Quem sabe, conheceremos ele ainda esta noite?

M de sangue
Hanny Reis (Londrina / PR)
Brevíssima releitura de “Medéia”, de Eurípedes. Traz mãe Medéia de terras africanas, neta do sol sobre sua terra de secura, tal qual seus seios maternos. Mulher e terra banhados em sangue inocente. A mãe que perde os filhos e doa vingança. Uma pesquisa breve sobre as personalidades trágicas da personagem: Mulher violada, ignorada, sem pátria, sedenta por vingança; Mãe amorosa, arrependida. Pesquisa em teatro físico com elementos da dança contemporânea e textos da obra original.


Foto: Marcelo Almeida
Nena Inoue (Curitiba / PR)
A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
 



Foto: Caíque Cunha
Silvero Pereira (Fortaleza / CE)
Um processo cênico antropológico-autofágico-esquizofrênico traz à cena histórias sobre medo, solidão e morte. Histórias que se encontram e se confundem entre si e com a vida e as inquietações do ator. Recortes de vidas e vidas recortadas a partir de pesquisas e conversas com travestis, transformistas e transexuais de Porto Alegre, pelas ruas e casas de show. BR TRANS é um trânsito de informações e de fatos reais. Um traço “brasil-trans” construído a partir da convergência e dos deslocamentos entre os polos do Nordeste e do Sul do Brasil.

Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30
Duração: 70 minutos
Classificação: 16 anos



 
 Foto: Lídia Ueta
Charles Fricks (Atores de Laura – Rio de Janeiro / RJ)
Na década de 80, em Curitiba, um jovem e desempregado escritor de 28 anos vive a expectativa, as inseguranças e a euforia do nascimento do primeiro filho. Na maternidade, ele é informado pelos médicos que seu filho nasceu com a Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down). O espetáculo ‘O filho eterno’ acompanha o relacionamento desse jovem pai com um filho que ele considera “errado”. Frases de impacto e inesperadas dão o tom poético dessa trama, em que vêm à tona muitas questões que pensamos, mas que jamais teríamos coragem de dizer em voz alta.

Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30
Duração: 80 minutos
Classificação:
12 anos
Neste dia haverá intérprete de Libras. 



 Foto: Edu Fortes
Rodolfo Lima (Teatro do Indivíduo - São Paulo / SP)
‘Réquiem para um rapaz triste’ apresenta ao público a personagem Alice, inspirada nas personagens femininas do autor Caio Fernando Abreu. Alice é uma mulher solitária, que apoiada no cigarro, dialoga com o público sobre suas escolhas, reverberando em temas como o amor, a falta, a solidão e a procura.

Local: Casa de Cultura Alcídio Regini – Jd. Alvorada
Horário: 20h30
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos




Foto: Divulgação
Sara Antunes (São Paulo / SP)
Em um casarão abandonado do fim do século XIX, encontramos uma menina que, misturando as memórias da história de sua vida com fantasias, revela as contradições de um tempo. Negrinha tem afeição pelas cores, em especial pelas cores das pessoas. A história fragmentada de uma memória infantil vai se compondo nos detalhes espalhados pelas crianças – grãos, uma boneca, as fitas de amarrar o cabelo -, presentificando o imaginário de um tempo, uma casa e uma história. Às luzes minúsculas de velas cansadas, longínquas, surgem imagens que não sabemos ser verdadeiras ou assombrações de nossas mentes, de realidades históricas que não queremos reencontrar.

Local: Memorial Kimura - Distrito de Floriano
Horário: 20h
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

Foto: Milton Dória
Gustavo Bertin (Cia Cirko Volonte – Londrina / PR)
Chicote, monociclo, mágicas, malabarismo e interações com a plateia são os ingredientes do Palhaço Mequetrefe, que dá vida a esse espetáculo de habilidades que nunca ocorrem da forma que deveria. Prepare-se para se divertir!

Local: Praça Luiz Moreira de Carvalho – Distrito de Iguatemi
Horário: 14h
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre


Foto: Divulgação
Danilo Furlan (Maringá / PR)
Um homem e seu fantástico carrinho carregam histórias de monstros que vivem em florestas e embaixo de camas; de galinha apaixonada que só pensa em agradar seu grande amor; de um cão que vive na rua e por onde passa só ouve dizerem “Sai pra lá, vira lata”, entre outras tantas histórias que podem sair do seu carrinho para encantar, colorir e alegrar a vida de seus espectadores.

Local: Escola Municipal Criança Esperança - Sarandi / PR
Horário: 14h
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

Foto: Willian Ferro
18 de novembro
Oficina Vivência: “[Sou Corpo; logo existo!]”
Com Narany Mireya (São Paulo / SP)
Esta vivência faz um caminho de retorno intuitivo, com intenção de despertar e/ou aguçar a escuta de um corpo sensível, perceptivo e poroso, desautomatizando padrões cotidianos que nos retraem e condicionam. Através de treinamentos psicofísicos e jogos relacionais, investiga estados e qualidades de presença, que antecedem e nutrem a cena, evocando a existência e ação no aqui-agora. Um exercício de tornar-se permeável para se permitir afetar e ser afetado, conduzindo energias, acontecências, relações e criações.
Destinada a artistas do corpo e da cena (atores, bailarinos, performers, músicos, etc.), e interessados na experiência de reconectar-se com o corpo que se é.

Local: Teatro Reviver
Horário: 10h às 14h
Vagas: 15
Classificação: 16 anos

26 de novembro
Oficina Nossas Histórias com Objetos Animados
Com Márcia Costa (Maringá / PR)
Esta oficina tem por finalidade desvendar histórias, desejos e sonhos que queiram ser compartilhados pelos participantes através do resgate de lembranças a partir de seus objetos pessoais e também transpor histórias alheias exercitando a técnica de manipulação de objetos.

Local: Casa de Cultura Alcídio Regini
Horário: 9h às 13h
Vagas: 20

Informações e inscrições: soemcena.maringa@gmail.com
Confirme sua presença no evento: https://www.facebook.com/events/132738324142856/


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