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Ouça ‘1971', primeiro álbum da banda Azulejo de Vênus

11/12/2017 | Texto: Equipe Circular Pocket | Foto: Natan Duarte

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Foto: Natan Duarte


Sem muita ambição e com o principal objetivo de se divertir fazendo o que ama ao lado dos amigos e companheiros de banda, Diogo Lima, vocal/guitarra da Azulejo de Vênus, acaba de anunciar o primeiro álbum, intitulado ‘1971'.

Em dois anos de existência e uma grande mudança no formato, o até então quinteto - com os irmãos Lucas (vocal/violão/teclado) e Juliana Dutra (vocal) na formação - revolucionou seu estilo em maio de 2016, com a saída dos dois integrantes e a mudança do som, antes influenciado pelo clássico nacional dos anos 70, para o resgate da essência do power trio psicodélico, caminhando pelo blues e soul, agora com Diogo Lima (guitarra) Leandro Henrique (Baixo) e Mateus Alabi (Bateria).

Com um repertório pregresso seguindo a linha de covers de nomes como Jimi Hendrix, Rory Gallagher, Stevie Ray Vaughan, Os Mutantes, Tim Maia e Secos & Molhados, o trio – hoje mais amadurecido -, passou a apresentar suas próprias músicas num estilo mais pesado e voltado ao instrumental, com riffs distorcidos e elementos do blues, soul, jazz e rock progressivo –sem perder a essência do groove e agora dividindo os vocais, cantados em português, entre os três integrantes.

O disco ‘1971’ conta com sete faixas e foi produzido no melhor estilo do it yourself com o investimento da própria banda e a ajuda de amigos e parceiros, como o produtor Natan Duarte, do estúdio Refugio 8, e o artista plástico Ronis Furquim, responsável por toda arte do álbum.

O power trio, que já se apresentou em festivais por todo o estado do Paraná - como a 'Musinic', em Guaíra, 'A Chance Music Festival', em Maringá/Curitiba ,'Teraluna', em Maringá, 'FutRock', em Paranavaí, 'O Corvo Festival', em Jandaia do Sul, 'Grite o Rock', em Campo Mourão, 'Mostra de Bandas Autorais', em Arapongas -  ainda não sabe como será o próximo ano, a única certeza que tem é que pretendem "tocar onde a música levar".




“A maior virtude que a música nos dá é fazer ela ao lado de quem amamos e de quem está no mesmo barco que você”, completa Diogo.





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